sábado, 25 de julho de 2009



Dia destes fui visitar o Dudu lá na UFRGS e ficamos falando, óbvio, sobre fatos passados quase eternos.
Depois fiquei pensando nas pedras do Murinho do Lia e quais outros alicerces da turma.
Sem dúvida a música e dançar eram os grandes apelos que escondiam a busca pela paixão, a sexualidade dos 15, a vontade de pegar na mão, de beijar na boca, de gostar de alguém e de ser gostado(a). Mas a semana corria em função da “reúna” do sábado.
O outro alicerce foi o futebol. O Aliança Futebol Clube.
Claro, alguns gostavam mais das meninas, outros gostavam mais de futebol. Em princípio, os melhores no futebol, titulares do time, gostavam mais da bola. Eu era muito ruim. Bancão. Reserva absoluto. Ruim como eu só o Jaime e o Alexandre (apesar de que o Jaime nunca assumiu isso). E pior do que eu, ainda bem, tinha o Orestes. O Jaime era o Valdomiro e o Orestinho (Deus o tenha no banco pois se botar ele pra jogar ele estraga o céu) era o Volmir.
Mas é que o time era muito bom. Gordo ou Bauer no gol. Xexê, Dudu, Zé Francisco, Sérginho, Quico, Dandão…Bola e Ique, dois grandes ciscadores. O Perão (Verdureiro) se diz até hoje o titular da camisa 4. Este time ganhou do Wallig e do Grêmio Israelita, que disputavam o Estadual. O Wallig foi campeão estadual.
Em função da qualidade do time, não guardo máguas da reserva. Na noite eu jogava.

Um comentário:

  1. No Aliança, não podemos esquecer do saudoso atleta "Olimpio", que se revesava na titulariedade em muitos jogos. Ele fazia o detalhamento de todos os jogos ocorridos num livro, onde aparece muitas batalhas contra o nosso ferrenho adversário "Manchester", do João Collares e Marchetti, em vários torneios realizados na cancha do Julinho e do Colegio Militar.

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