quinta-feira, 8 de abril de 2010

Acabou a paz no céu.

O Senhor até, provavelmente, estava tendo paciência com as ranzizises do Orestinho e com o Zebú tentando aprender dançar, e com um sempre implicando com o outro. Mas com a chegada do Antônio agora, bah, acabou a tranquilidade.
Se lá tiver um bar do Seu Toledo para ele comprar rojão de 200, muito telhado ele ainda vai estourar.
Se ele encontrar o Velho Gordo, o velho vai preferir ir pro inferno, mas não vai querer morar próximo do Antônio. Para quem já havia se mudado do apto 13 do ed.Lia para o ed.Caeté, e depois de um bombinha estourada na sua sacada (adivinhem quem) mudou-se para a Miguel Tostes, sair do céu e ir para sabe-se lá onde, não é nenhuma dificuldade.
Em compensação se lá encontrar uma turma de escoteiros, ex-colegas do Rosário, outros amigos ou até desconhecidos, podem ter certeza, dia 29 agora ele vai acolher e reunir todos, como sempre fez.
Vai encontrar a Nega e a vó Sinhá, é certo: "Antônio Carlos meu filho, tu me mata Antônio Carlos". Assim a velha descia a Felipe, de chinelos de dedo, resmungando com uma voz fininha e as mão no rosto, certamente por mais alguma do Antônio Carlos meu filho.
Bem lembrado, a primeira reunião da turma de baixo com a turma de cima foi na Mansão. Aniversário dele. Ele tinha convidado meio Rosário, e disse pro Jaime que ele poderia convidar quem quisesse. Eu ganhei roupa nova da Renner. Uma camisa com colorido psicodélico. E teve bolo vivo. Tininha e Verinha eram as princesas.
A partir daí nunca mais pararam as tais reuniões.
Dia 29 de abril, sugiro, pode ser a data de aniversário do Murinho.
O Céu tem que ser grande para receber o coração do Antônio.
Ironia. Um cara com um coração destes, morre exatamente do coração.
Luizinho, Alemão, Dadadas, Ritinha, tenham certeza estamos tão sentidos quanto vcs.
Transmitam os pesares da Turma do Murinho para a Dona Nara, pra Tininha, pro Júnior e para os filhos dele que com tanto amor e paternidade soube fazer.
Sábado nós vamos lá no Julinho ouvir uns dobrados da Banda em sua homenagem.
E amanhã vamos em alguma igreja rezar, lembrar algumas coisas e rir, pois o Antônio Carlos meu Filho sempre riu e fez rir muito.
E, Cara, com toda a amizade, daqui pra frente, toda a vez que eu ouvir uma trovoada vindo do céu, vou achar que alguma coisa aí em cima tu estás aprontando. E como sempre, o negócio é sair correndo.
Abração Velho.
Raul

Queridos amigos,


O Antônio foi meu primeiro amigo em PA, quando cheguei do interior.
Nunca vou esquecer a acolhida. Em troca das caronas no Simca do
Vô Diamantino, que ia nos buscar no Rosário com a vó Sinhá, eu
dava uma mão para o Antônio nos temas. Naquelas tardes eternas
a gente até estudava, mas ficava jogando Banco Imobiliário e futebol
de botão. Botões comprados na Paulino Teixeira. O Antônio me ensinava
que além de estudar a gente tinha mais é que brincar. Uma tarde o Antônio
colocou uns oito maranduvás na chapa quente do fogão a lenha e aí
a Negra ( empregada, mulher do Nair), quase endoideceu. Brincadeira. O coração do
Antônio sempre foi enorme. A Mansão Pesê sempre abrigou todo mundo,
independentemente de cor,religião,credo,sexo, etc. Sempre foi uma casa
democrática. As pessoas não se vão. Ficam encantadas. Só morrem
depois que ninguém mais lembra delas, Sempre vamos lembrar do
Antônio, do Orestinho e do Olympio. Vocês estão vivendo em outra dimensão,
jogando bola aí em cima. Memórias, lembranças, relembranças,sonhos,
vivências e convivências de infância e juventude são o maior tesouro.
Reuniões dançantes, embalos no sótão, festas de aniversário,jogos
de futebol na TV, Dona Nara, Seu Dirceu, Luizinho, Alemão,Dadadas
Junior, Tininha, Teto, Tio João ( que a gente visitava lá numa casa da
Ramiro...), Tia Nora, Dandão, Nair, Ercy ( esse o nome da morenhinha
que ia dançar no Bambas? ) e tudo mais a gente não esquece. O senhor
idoso israelita, o véio judeu, que morava ao lado reclamava do nosso
barulho. Hoje não reclama mais. Antônio, dá uma olhada na gente, e
nos aguarda para o futebol aí em cima. Mas sem pressa. Vocês tem
a eternidade e nós aqui uns anos pela frente. Vamos rezar por nossas almas.
Antônio, obrigado por tudo que foste e fizeste, por tanto que nos deste.
Obrigado pelas energias que ainda vais nos dar. Fica com Deus, amigo,
tu , mais o Orestes e o Olympio,
até sempre
abração meu e dos amigos

Jaime Italiano Maluco Beleza Cimenti

Lá o Dandão encontrou uma família.

No dia de hoje onde nao saem lágrimas, morri com ele.
Voces sabem a grandeza da amizade de irmaos que tinhamos.
Acho que a única certeza que tenho Antônio, é que nunca esquecerei de ti. Tu foi e sempre será MARAVILHOSO em tudo, quando esteve junto a nós.
Muito obrigado por conviver contigo.
DANDAO

A Família Murinho




Bem que Murinho poderia ser sobrenome. Um sobrenome de uma família que a amizade no tempo constituiu. E como numa família, sempre há aqueles com os quais nos identificamos mais. É como se fossemos mais primos de uns e irmãos de outros.

A impatia e a conviVência nos levam a isso.

O tempo é realmente uma coisa interessante.

Lembro quando esta família foi formada.

Havia um murinho que era nossa sede de rua, e havia o Solar dos Peserico que era nossa sede social.

Lá tudo aconteceu. Com a anuência da vó Sinhá, o Antônio agregava a todos. A Nara e o Dirceu não se importavam, pelo contrário, davam força às nossas frenéticas reuniões.

Foi no Solar que assistimos em 70 a conquista do TRI. Foi lá tbém que poucos puderam assistir a famosa cena do "engulo ou cuspo fora?" (Desculpem a lembrança tão chula mas aconteceu e foi engraçada). Lembro quando surgiu o Dandão vindo de Cachoeira e do Antônio dançando de um jeito parecido com o Toni Tornado. Essas çembranças não teriam sentido se não fossem compartilhadas. Foi o Antônio nosso primeiro agregador e sua lembrança é para todos uma coisa agradável.
Mas que pressa hein companheiro de encontrar com o Olympio e com o Orestinho!
Na sorte deles a nossa tristeza.
Fica pois a saudade do Prateiro e depois Bumbeiro da Banda do Julinho, primeiro a oferecer sua casa para nossos encontros.
Seguir em frente é a nossa missão, mas com o coração apertado,pois a cada um que nos falta, menor fica nosso coração.
Agora vou chorar um pouco pois por esse irmão vale a pena.
Tenho brigado com alguns de voces, mas jamais deixei de amá-los.
Um forte abraço, Sapo.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O Gordo queria My Sentimental Friends.
Pessoal ainda comportado.
Apareceram Rejane e Ricardo. Legal a Rejane ter aparecido.


O Alexandre já não estava ouvindo bem. Mas cabe observar o Sérginho no fundo.




Mas bahhhh.



The Raús

O I e o II
A convivência deixou ele parecido com o Bola.

Bah Dudu, que reboladinho!!!!!
Sérginho pé de valsa.

É sério o Cara.


O que será que ele perdeu????



As Tias mandaram ver.

Performance individual.
Tia Roberta era fã do João Travolta. Sabe udo de Saturday Night
Outro Joãozinho que fez sucesso: O Joaozinho Caminhador (red).


E isso que ela só tomou água mineral (?????)


Playmates. hihihi



Casal 1000




Fazendo a segunda voz.








O Xexê tá até hoje tomando Dorflex.


Seleção da Ceasa (todos com a melancia)



Dudu com joelho estourado. Serginho com 5 kg acima do peso ideal. Gordo nunca mais pegou uma bola. O Xexê diz que ainda joga. O Raul corre 10 minutos. O Bola, com a barriga que está, não enxerga a bola. O Alexandre nunca jogou nada. E o Quico agora só quer dançar na boquinha da garrafa. Conclusão: O Aliança já era.


Apareceu a Rejane para dar moral ao time.









Os craques do copo.