quinta-feira, 8 de abril de 2010

A Família Murinho




Bem que Murinho poderia ser sobrenome. Um sobrenome de uma família que a amizade no tempo constituiu. E como numa família, sempre há aqueles com os quais nos identificamos mais. É como se fossemos mais primos de uns e irmãos de outros.

A impatia e a conviVência nos levam a isso.

O tempo é realmente uma coisa interessante.

Lembro quando esta família foi formada.

Havia um murinho que era nossa sede de rua, e havia o Solar dos Peserico que era nossa sede social.

Lá tudo aconteceu. Com a anuência da vó Sinhá, o Antônio agregava a todos. A Nara e o Dirceu não se importavam, pelo contrário, davam força às nossas frenéticas reuniões.

Foi no Solar que assistimos em 70 a conquista do TRI. Foi lá tbém que poucos puderam assistir a famosa cena do "engulo ou cuspo fora?" (Desculpem a lembrança tão chula mas aconteceu e foi engraçada). Lembro quando surgiu o Dandão vindo de Cachoeira e do Antônio dançando de um jeito parecido com o Toni Tornado. Essas çembranças não teriam sentido se não fossem compartilhadas. Foi o Antônio nosso primeiro agregador e sua lembrança é para todos uma coisa agradável.
Mas que pressa hein companheiro de encontrar com o Olympio e com o Orestinho!
Na sorte deles a nossa tristeza.
Fica pois a saudade do Prateiro e depois Bumbeiro da Banda do Julinho, primeiro a oferecer sua casa para nossos encontros.
Seguir em frente é a nossa missão, mas com o coração apertado,pois a cada um que nos falta, menor fica nosso coração.
Agora vou chorar um pouco pois por esse irmão vale a pena.
Tenho brigado com alguns de voces, mas jamais deixei de amá-los.
Um forte abraço, Sapo.

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